Eixo Saúde

  • Articulação popular e institucional para o reforço da Lei do parto humanizado no SUS. O atendimento humanizado nos serviços de saúde é projeto para a sociedade na totalidade, um avanço no sentido da equidade como direito de cidadania. Embora a morte seja um evento inexorável, muitas mortes maternas e neonatais são evitáveis. Estudos apontam como causas de mortalidade materna: a hipertensão, as hemorragias, as infecções pós-parto e o aborto inseguro. Muitas dessas causas são decorrentes de atendimento precarizado e violência obstétrica. Nesta perspectiva, a lei que assegura o direito ao parto humanizado nos estabelecimentos públicos de saúde do Município deve ser praticada e sua aplicação assegurada. Para tanto, é importante garantir: 

1. A difusão de informações, educação materna no âmbito da humanização; 

2. O treinamento de profissionais da saúde em assistência ao parto seguro e respeitoso (preparar equipes de atenção ao pré natal das UBS’s, não apenas para receber mulheres com plano de parto, mas as direcionar para a importância de providenciarem este documento antes do nascimento, por exemplo). 

  • Articulação de frentes populares de discussão na municipalidade, com as mulheres, profissionais da saúde, militantes do SUS e da humanização, para, de forma horizontal e coletiva, elaborar propostas que levem à melhorias e adequações da lei nº 16.602, de 23 de dezembro de 2016. Esta lei dispõe sobre a presença de doula durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, bem como nas consultas e exames de pré-natal. Pretendemos avançar na articulação de comissões populares estaduais que viabilizem criação de proposta para legislação federal sobre a permissão da presença das doulas em assistência à mulheres no ciclo gravídico-puerperal e em trabalho de parto. 
  • Articulação popular e institucional para viabilizar cadastro e credenciamento único para doulas em todos os estabelecimentos de saúde públicos municipais que atendam gestantes, parturientes e puérperas. 
  • Articulação popular e institucional para a criação de programa que referencie mulheres em seus territórios com letramento em humanização do parto, para que possam oferecer apoio comunitário informacional a outras mulheres gestantes, sensibilizando a comunidade local sobre a importância de um nascimento humanizado e mecanismos para sua efetivação no SUS. 
  • Articulação popular e institucional para a criação de um programa de saúde integral especializado para a população LGBTQI+.
  • Articulação popular e institucional para o fortalecimento das políticas de atendimento a saúde mental, contra o sucateamento e em consonância com a luta antimanicomial. 
  • Articulação popular e institucional para a providência de legislação municipal para a criação de Unidades Básicas de Saúde integrativa, como já preconizado através da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS, referenciadas por territórios, considerando densidade populacional e sociodemográfica da região, bem como mobilidade urbana. Ou seja, territórios afastados e com baixa densidade também serão contemplados, uma vez que seus habitantes teriam grande dificuldade de locomoção para serem atendidos em território referenciado. 
  • Articulação popular e institucional para fortalecimento de programas que incentivem o aleitamento materno. 
  • Articulação popular e institucional para criação nas unidades básicas - de saúde de grupos de atendimento e apoio às puérperas, que contemplem ações de proteção, coordenadas para a promoção da saúde física e emocional, acolhendo as especificidades e complexidades experimentadas por esta população de mulheres. 
  • Articulação popular e institucional para a criação e fortalecimento de grupos de apoio em unidades básicas de saúde com programas específicos de cuidados extensivos ao pré natal para adolescentes grávidas.
  • Mobilização para presença popular de mulheres na formação dos conselhos municipais de saúde. 
  • Articulação popular e institucional para criação e fortalecimento de núcleos de direitos sexuais e reprodutivos nas unidades básicas de saúde. Articulação popular e institucional para criação e fortalecimento de programas efetivos e contínuos de combate ao racismo institucional voltado para os profissionais da saúde. 
  • Articulação popular e institucional para criação de grupos de apoio transversais para atendimento da população com anemia falciforme. 

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Eixo Educação

  • Articulação popular e institucional para garantir mecanismos de formação e espaços de discussão relacionados à temática de raça e gênero no ambiente escolar, construídos coletivamente, de forma a ampliar as condições de reflexão e práticas emancipadoras relacionadas a essas pautas. Fortalecer a Lei 11.645/08 sobre História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena através de bonificação em dinheiro para a professora ou professor responsável pela coordenação da aplicação da lei na unidade escolar municipal, mediante apresentação de um projeto que contemple todas as séries da respectiva unidade escolar: educação infantil, educação escolar indígena, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos (melhoria de legislação). 
Curso Formação Interseccional de Doulas.
  • Fortalecer a PORTARIA Nº 33, DE 17 DE JANEIRO DE 2018 e outras leis de acesso, permanência e proteção visando a garantia de direitos de pessoas LGBTQI+ em espaços educacionais. 
  • Articulação popular e institucional que providencie integração da unidade escolar com os demais equipamentos públicos da rede municipal. O conhecimento da rede possibilita que a escola, direção e professores consigam orientar alunos e responsáveis em suas necessidades de atendimento de serviços saúde, assistência social, segurança, cultura e lazer (inovação).
  • Articulação popular e institucional para expansão do horário de funcionamento das creches, Centro de Educação Infantil (CEI), através da ampliação do quadro de funcionários e destinação de recursos para alimentação, melhoria e manutenção da unidade de educação infantil (melhoria de legislação). 
  • Articulação popular e institucional para garantia de acesso universal à educação, pressionando pela criação de vagas nas instituições municipais de ensino, que retirem crianças da fila para esse acesso. Articulação popular e institucional para a defesa e ampliação das CEIs de administração direta, em contraponto à política de expansão das unidades de administração indireta, que respondem a uma lógica de terceirização dos serviços públicos. 
  • Articulação popular e institucional para fortalecer a educação como espaço público, a partir da construção de um projeto educacional participativo e democrático, que reforce a relação social e o sentido de pertencimento entre escola e comunidade (gestão democrática). Fortalecer o papel dos conselhos escolares e outros espaços efetivos de partilha e deliberação, que valorizem a lógica de responsabilização coletiva pela escola. 
  • Articulação popular para estreitamento de laços e intercâmbio de saberes entre escola e outros espaços educadores, como territórios indígenas e quilombolas, terreiros, comunidades de samba, espaços "hackers" e "makers", "slams", hortas comunitárias, coletivos LGBTQI+ e outros equipamentos da sociedade civil.

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Eixo Habitação

  • Articulação popular e institucional que providencie o cuidado ampliado e assegurado a todas as famílias moradoras de áreas mapeadas como de risco, no sentido de avaliação cautelosa das condições do terreno, priorizando ações de redução e mitigação dos riscos existentes e realocação pontual de famílias, quando possível (melhoria de legislação). 
  • Articulação popular e institucional para viabilizar o retorno do aluguel social (programa pensado e executado na gestão Marta Suplicy) em áreas centrais, que prevê a reforma e adaptação, com alta qualidade, de edifícios para habitação popular, com valores subsidiados de aluguel para população carente (retomada de programa). 
  • Articulação popular e institucional para retomada de programa de construção popular através de mutirão em constante diálogo com os movimentos de moradia (retomada de programa). 
  • Articulação popular e institucional para o reforço da política de destinação dos terrenos considerados ZEIS (Zonas Especiais de Interesse Social) para habitação popular e/ou espaços sócio infraestruturais para a população do entorno, que atendam demandas relacionadas à infraestrutura de transporte, saúde, educação e lazer. Exemplos: creches, espaços de qualidade para reuniões comunitárias, espaços de acolhimento para populações em estado de fragilidade social e psíquica, espaços culturais nos mais variados formatos, conforme demanda local, dentre outros com vocação de uso coletivo e de fortalecimento da micro e macro região atendida (melhoria de legislação).

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Eixo Assistência Social

  • Ampliar e fortalecer, através de maior destinação de recursos, os serviços referenciados ao CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), como uma estratégia importante da garantia de direitos através da busca por maior aderência entre os recursos destinados e a necessidade observada na prestação dos referidos serviços.
  • Desenvolvimento de Sistema Web com banco de dados central para concentração de informações referentes às crianças e aos adolescentes ocupantes de serviços de acolhimento, de maneira a municiar os órgãos públicos de informações atualizadas para o direcionamento de recursos e elaboração de políticas públicas direcionadas.

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Eixo Cultura

  • Instituição de política de cotas raciais para pessoas pretas e indígenas nos editais de fomento à cultura. 
  • Articulação popular para mapeamento de espaços de cultura popular existentes no território paulistano. 
Batucada Tamarindo. Foto-Fernando Eduardo/ Divulgação.
  • Instituição, fortalecimento e desburocratização de iniciativas de fomento às culturas populares. 
  • Instituição e fortalecimento de iniciativas de proteção a comunidades tradicionais (terreiros, territórios quilombolas e indígenas).

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Eixo Segurança Pública

  • Atualização da formação da GCM com a inserção da temática do racismo estrutural, bem como de práticas antirracistas com o objetivo de promover o fim do comportamento violento da guarda com pessoas pretas.

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Eixo Administração Pública

  • Descentralização do poder e fortalecimento da autonomia das prefeituras regionais, como forma de facilitar o acesso, o diálogo e reivindicações da população no âmbito municipal.

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Eixo Direitos Humanos

  • Retomada do programa Braços Abertos, aliado a outras políticas de redução de danos, para o enfrentamento do problema de saúde decorrente da dependência química.Elaborar e acompanhar políticas públicas direcionadas ao combate do genocídio da população preta paulistana.

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Juntos com camila

"Meu voto é da Camila porque ela tem a potência coletiva da ação que caracteriza tanto a vida das mulheres negras. E é isso que a gente precisa para tomar e ocupar a política institucional em São Paulo. Seu trabalho intereseccional e afetuoso fez e faz diferença na vida de muitas mulheres no momento mais delicado de nossas vidas, que é quando nos tornamos mães. Precisamos de uma mulher assim na Câmara. Camila me representa e por isso é minha vereadora."

Christiane Gomes, Jornalista e Dançarina

“Camila é a minha candidata à vereança porque pensa uma cidade a partir das nossas vozes. Uma cidade mais igualitária e antirracista. Eu me vejo na Camila e precisamos nos enxergar nos espaços de poder.”

Ana Beatriz Amparo, Socióloga

"Camila é feita de afeto e força, abraça suas lutas com todo amor do mundo ao passo que não tem medo de se posicionar. Em uma conjuntura de tantos retrocessos, esta candidatura é, pra além da representatividade, uma resposta contundente a um projeto político que almeja nos exterminar. Eu acredito que o cerne de importantes transformações sociais nasce aqui, por isso meu apoio é de Camila."

Danilza Queiroz, Mãe e Empreendedora

"Camila é minha vereadora porque ela personifica a mudança que quero ver no mundo: força feminina de igualdade, garra e leveza, clareza transformadora, une em si o embasamento teórico da socióloga com o engajamento prático da ativista. Tem rara capacidade de unir a clareza de ver a realidade do mundo sem lentes cor-de-rosa ao entusiasmo e objetividade com energia necessária para ser a mudança."

Marília Mader, Analista do Banco Central do Brasil

“Conheci a Camila Aguiar através do seu trabalho de Doula quando minha esposa estava grávida. Ela é sem dúvida essencial para esse debate de transformação da política. Ativista antirracista e feminista interseccional, Camila vai além da superfície e mergulha com profundidade na realidade do mundo em busca de soluções para os problemas. Ela nos representa, pois vem do mesmo lugar que a gente”

Eduardo Souza, Publicitário

"Apoio Camila porque sei que sua candidatura representa um projeto de muitas. Não se trata de um projeto político individual de poder, mas de dedicação de tempo, energia e afeto para a construção de uma sociedade mais justa para nossas descendentes. Conheço Camila de outras lutas, de muitas batalhas duras e necessárias. Sei do que se trata essa candidatura. Camila vem pra provar que todas podem!"

Daniel Duarte, Engenheiro

"Apoio a Camila em primeiro lugar porque é mulher e porque tem um projeto politico cuja essência é a representatividade coletiva e almeja resgatar os excluídos."

Luiz Otávio, Jornalista e Sociólogo

"É preciso dar voz aos segmentos de baixa representatividade nos parlamentos, portanto votar na Camila é votar contra uma esfera tradicionalmente branca, rígida e patriarcal. Como defensora dos direitos humanos e tendo o privilégio de ser uma mulher branca nessa sociedade, escolher a Camila é minimamente ético no sentido de superar os interesses restritos e possibilitar uma política que inclua as várias realidades. Camila é afeto, maternagem, luta, resistência, realidade das ruas... É a possibilidade de um outro mundo, um mundo onde caibam todos os mundos."

Fabiana Ferreira, Educadora na Fundação CASA

"Precisamos eleger pessoas comuns que lutem pelos nosso interesses. Na politica, sempre vemos homens brancos ricos engravatados que estão ocupando cargos públicos a anos e que fazem projetos que apenas favoreçam seus próprios bolsos. Está na hora de dar um basta nisso. Está na hora de lutar pelos direitos das mulheres pretas e periféricas que matam um leão por dia para sobreviver nessa cidade que todo dia dão as costas pra elas. Por isso eu vou em Camila Aguiar, que fará a diferença na nossa política e lutará pelos nosso direitos!"

Nayara Augusta, Fotógrafa

"Se queremos um futuro diferente, precisamos fazer coisas diferentes no presente. E o presente é JÁ! É por isso que eu voto Camila Aguiar. Um voto por mudança, por afeto, por ideais justos e alcançáveis. Eu voto Camila porque ela representa possibilidade de algo novo, real, de algo próximo e justo. Camila Aguiar é esperança!"

Mariana de Moraes, Psicóloga

"As propostas da Camila foram construídas com base em demandas populares que eu também enxergo como prioridades, principalmente femininas. A luta de vida da Camila me inspira. Hoje ela é uma referência intelectual muito forte para mim. Ela me representa na política, como mulher, mãe e brasileira."

Karine Amicis, Biomédica e Pesquisadora

"Conheci a Camila em 2018, graça a querida Luisa!!! Foi uma época bem difícil pra mim. Eu basicamente não tinha luz, não tinha algo que me levantava da cama sem ser o despertador. Não tinha motivação. No dia em que eu queria acabar com tudo, você apareceu. Dia 9 de maio de 2018, você aparece no meu portão, conversando comigo e me fazendo repensar sobre tudo e todos. Quando eu leio postagens, vejo vídeos em que você cita "reverência" e "afeto", me lembro dessa época. Sou grato a essa época. E são palavras que definem perfeitamente você! As palavras mais sinceras e descritivas que eu tenho de alguém."

Danilo Silva, Estudante do Ensino Médio

"A Camila é uma mulher negra e periférica que tem o dom de agregar outras mulheres. Ela vai colocando em contato mulheres diversas que enfrentam problemas parecidos e podem se ajudar, cria redes. Graças a ela, conheci outras mulheres incríveis com quem divido as dores e os prazeres da maternidade. Acho que essa sensibilidade única de fazer com que as pessoas se encontrem, se juntem, se solidarizem, é o que precisamos na vida política institucional."

Daniela Perutti, Antropóloga e Professora do Instituto de Saúde e Sociedade da Unifesp